TIRE O SEU RACISMO DO CAMINHO QUE EU QUERO PASSAR COM A MINHA COR. Georges Najjar Jr

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Luiza Bairros fala sobre iniciativas de combate ao racismo e Estatuto da Igualdade Racial no Bom Dia Ministro


Luiz Bairros1
O Bom Dia Ministro desta quinta-feira (09) entrevista a ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Luiza Bairros. No programa, a ministra falará sobre protocolo de intenções, assinado com a Petrobras, para a implantação de estratégias que objetivam fortalecer iniciativas de combate ao racismo e promoção da igualdade racial, assim como a efetivação de ações afirmativas. O documento foi firmado com a empresa na última terça-feira. A entrevista é produzida e coordenada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência República, e transmitida ao vivo pela NBR TV e via satélite, das 8h às 9h. Além disso, a ministra apresentará os reflexos do Estatuto da Igualdade Racial (lei 12.288/2010) em ações do governo federal, entre elas a criação de programa específico para o enfrentamento ao racismo e a promoção de políticas públicas que visam ao cumprimento da lei.

houston whitney
Artista tinha 48 anos e cantou hits como 'I will always love you'.

Ela foi encontrada morta em hotel de Los Angeles.
A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. As causa da morte ainda não foi divulgada e ela foi encontrada morta por um integrante de seu staff no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles. A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste final de semana em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina.
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem do período. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "Saving all my love for you" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas". Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e no festival Hollywood Rock, no Rio.
Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho 6 Grammys. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano.
Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício contra o álcool e drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.
A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.
Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.
Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela pôs a leilão sua casa avaliada em US$ 6 milhões.
  
 Carreira premiada
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Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes - ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.

Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.
Seu álbum de estreia, "Whitney", foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos "Saving all my love for you" e "How will I know". Nos cinemas, seu primeiro papel foi no filme "O Guarda-costas" (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música "I will always love you", seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.
Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Marey Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora. A primeira vez que seus problemas se tornaram públicas foi em 1991, quando ela foi vaiada ao cantar o hino nacional durante o Super Bowl, a grande final do futebol americano.
  
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CC

      
  

Fonte: G1

Ex-Vigilantes do Peso engorda, é demitida e exige indenização


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Função é motivar as pessoas a se livrarem dos quilos extras, argumentou empresa

Uma ex-orientadora do "Vigilantes do Peso" foi demitida por engordar 20 quilos e exige R$ 20 mil de indenização na Justiça. A empresa argumentou que os colaboradores do programa de emagrecimento não podem engordar porque sua função é justamente motivar as pessoas a se livrarem dos quilos extras.
O TST (Tribunal Superior do Trabalho) vai decidir se a ex-funcionária tem direito a ser indenizada por danos morais e ao recebimento de verbas rescisórias devidas em caso de demissão sem justa causa, como a multa de 40% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Como argumento para se livrar da acusação, a empresa afirma que o contrato previa a dispensa em caso de ganho de peso.
De acordo com a empresa, um orientador do Vigilantes do Peso não pode ostentar ganho de peso justamente porque deve incentivar os clientes a não engordarem.
Entenda o caso

Mercado de escravos


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Durante o século XVI, com o desenvolvimento dos engenhos de açúcar no Brasil Colonial, os portugueses se depararam com a necessidade de adquirir mão de obra para trabalhar nesses engenhos. A partir de então, para suprir a necessidade de mão de obra, a solução encontrada foi a implantação do trabalho escravo. Os primeiros a serem escravizados foram os indígenas; entretanto, os jesuítas (Companhia de Jesus) tinham como principal objetivo a catequização e a proteção dos povos indígenas. Além disso, foram criadas leis que coibiram a escravidão indígena.
Rapidamente, os portugueses tiveram que pensar em outra solução para compensar a falta de mão de obra. A saída foi introduzir o trabalho escravo negro africano no Brasil, por meio do tráfico negreiro (atividade altamente lucrativa). Antes de implantá-lo no Brasil, os portugueses já haviam utilizado o trabalho escravo africano nas ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde.
Os escravos africanos foram trazidos ao Brasil nos tumbeiros (navios negreiros). Quando chegavam ao território brasileiro, eram levados para o mercado de escravos, onde eram negociados com os senhores proprietários de engenhos.

África do Sul emite dinheiro com a imagem de Nelson Mandela


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Líder anti-apartheid estará nas notas de 10, 20, 50, 100 e 200 rands.
Objetivo é expressão gratidão ao ex-presidente, segundo o governo.
As autoridades da África do Sul anunciaram neste sábado (11) uma nova emissão de notas com a imagem do ex-presidente Nelson Mandela, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1993 por sua liderança nas negociações para a transição do "apartheid" para a democracia.
"Hoje, em nome do governo e do povo sul-africano, tenho a honra de anunciar que as novas notas dos bancos sul-africanos terão a imagem de Nelson Mandela, primeiro presidente da África do Sul livre", disse o chefe de Estado, Jacob Zuma, em entrevista da qual também participou a diretora do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.
"Com este modesto gesto, queremos expressar nossa gratidão (...). Estas notas permitirão que nos recordemos do que conquistamos ao tentar alcançar uma sociedade mais próspera", disse o atual presidente.

Fonte: G1

rio dos macacos
"chega de negociar , não dá pra achar que vencemos agora é hora de enfrentamento"

Makota Valdina Pinto
Vi toda a comunidade do Quilombo dos Macacos, situada na ponta do subúrbio ferroviário(Salvador) e em Simões Filho um dos mais importantes pólos industriais da Bahia, estava lá a comunidade , emocionada e nos emocionando , combustível para essa luta inglória. O Quilombo dos Macacos vive em uma guerra, reféns da instituição de tortura mais cara de pau dessa republica de fachada: a Marinha do Brasil. A mesma que torturava a base de chicote os bravos rebelados da Revolta da Chibata, mantém um saldo de analfabetismo, tortura, desaparecimento, morte, espancamento e violação de direitos desde os tempos da Ditadura Militar. E agora querem despejar de sua morada centenária várias famílias do Quilombo dos Macacos. Makota Valdina disse não com a dignidade em riste e foi mal interpretada por muitos militantes institucionais de plantão, aquela turma do acomoda com projetos mirabolantes e bolsas internacionais pra fazer reunião em lugares cuja rua e/ou bairro mal conhecem. Esta turma que se acostumou a negociar o inegociável ficou arisca quando Makota Valdina os chamou para o enfrentamento. Nós da Quilombo Xis /Reaja aceitamos convocação.

Mauro Santayana: cadeia para quem mata mendigos


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Algumas religiões santificam a mendicância, como o ato mais expressivo da humildade. Pedir aos outros o pão, em lugar de o obter mediante o trabalho, é visto, assim, como o contraponto à vaidade e à arrogância. As sociedades, sendo profanas, não vêem com os mesmos olhos o ato de pedir. Os costumes, diferentes das razões éticas, sobretudo os construídos pela consciência burguesa, condenam a mendicância, ainda que admitam, com certo cinismo, a caridade. É interessante registrar que Sartre, senhor de grande lucidez e, em algum tempo, militante revolucionário, andava com moedas nos bolsos, que distribuía aos mendigos do Quartier Latin. Talvez se sentisse, com isso, menos culpado dos desajustes do mundo.
Matar mendigos não é um esporte novo. A civilização cristã oscila entre o exercício da caridade (que, em alguns casos, costuma ser negócio lucrativo) e da repressão. Entre a piedade e a forca, conforme o ensaio do historiador Bronislaw Geremek sobre os miseráveis e pequenos bandidos da Idade Média. No Brasil, a agressão e o assassinato dos diferentes estão assumindo dimensões insuportáveis. Numerosos moradores de rua em Salvador foram trucidados durante a greve dos policiais militares. Há suspeitas de que foram policiais, eles mesmos, os matadores. Coincidindo com os fatos da Bahia, um jovem universitário tentou intervir, ao assistir à agressão de um morador de rua na Ilha do Governador, no Rio, por cinco jovens. Foi quase linchado, teve seu rosto arrebentado pelas patadas, só reconstituído mediante o emprego de 63 pinos de platina.

Um país à procura de um povo


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O Brasil é hoje a sexta economia do mundo. No entanto, ocupa a 84ª posição em Índice de Desenvolvimento Humano. Não somos um país da contradição, mas, sim, da omissão. Pagamos os mais altos impostos e recebemos os mais baixos serviços prestados pelos governos. Formamos uma grande massa de silenciados da pátria, um "assombro de misérias e grandezas". Aqui, a parcela mais pobre e esquecida da sociedade produz o maior espetáculo, o carnaval. Tudo para ser vivido fora, debaixo dos holofotes das avenidas, bem distante de sua comunidade.
O que é a democracia senão o direito e o dever da minoria representativa de fiscalizar e cobrar a maioria no parlamento? No entanto, o que vemos nesta terra desde Cabral é a maioria silenciando e cooptando a minoria e a minoria não buscando uma nova posição, não apresentando um novo projeto de país, um novo caminho. Não querem repensar o país, apresentar um programa de nação, mas sim um palanque e a chance de reivindicar os privilégios que não tem. Não legislam pela necessidade, mas pela conveniência.
Nossos grupos políticos não lutam por ideais, mas pela oportunidade de administrar verbas, distribuir cargos, aparelhar o Estado, acertar comissões. O caso das novas privatizações reflete bem essa realidade, tão ultrapassado quanto atual em nossa política, que rasteja seu terno surrado pelos corredores assombrados de nossa pobre vida diária. Está nos jornais, nas capas de revistas, enquanto a família brasileira assiste hipnotizada pela televisão a vida glamorosa que ela nunca terá.
Enquanto no primeiro mundo, com todos seus privilégios e conquistas sociais, o povo vai às ruas e protesta por uma política inclusiva e mais humanizada, nós nos escondemos em casa, guardados por Deus, voluntariamente refugiados. Alegam sermos um povo pacífico. Enquanto isso, explode nos centros urbanos uma guerra surda, uma violência desmedida, escancarada, de um povo fratricida. Em apenas um final de semana, produzimos mais vítimas fatais em todo território nacional que muitas guerras inteiras em países que vivem diariamente seus conflitos sociais, ideológicos e raciais. Aqui, até nossa violência é covarde.

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Funcionária acusa colégio de bairro de classe média-alta de discriminação. Os dois lados se confrontaram em reunião convocada pela Assembleia Legislativa

Ester Elisa da Silva Cesário, estudante de 19 anos, afirma enfrentar dificuldade em retomar sua rotina dois meses após ser demitida do Colégio Anhembi Morumbi por estar "fora do padrão" do local de trabalho. A ex-estagiária, que viu no episódio discriminação racial por seus traços físicos, foi convidada a prestar depoimento em sessão extraordinária da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e Cidadania da Assembleia Legislativa na tarde desta terça-feira (14). A reunião uniu os dois lados pela primeira vez desde a denúncia do caso, em 5 de dezembro.
"Hoje estou em um dilema, desempregada e brigando para resgatar minha integridade", disse. Contratada em 1º de novembro do ano passado para recepcionar e mostrar aos pais dos novos alunos as dependências da escola, a estudante de pedagogia diz ter feito duas entrevistas antes da contratação, não sofrendo nenhum tipo de discriminação. Logo na primeira semana de trabalho, teria sido advertida a prender seu cabelo. "Me diziam que o padrão lá era de cabelo liso", contou.

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Você pode ter visto este vídeo uma vez ou muitas vezes
O racismo mudou?
O racista mudou?
O objetivo de relembrar este vídeo é estimular o diálogo, a troca de idéias, incentivar mudanças de pensamentos, hábitos e atitudes além de estimular o sentimento coletivo de compromisso com a igualdade. O caminho? Revelar o perfil do preconceito e da desigualdade racial no Brasil, demonstrando e discutindo as várias formas de guardar o racismo, provando que todas elas são nocivas, destrutivas e contagiosas.
Não guarde seu racismo. Jogue fora!
Onde você guarda seu racismo?

Para ministra, autonomia é direito essencial para mulher se desenvolver plenamente


Eleonora Menicucci de Oliveira2
Médica, divorciada, mãe de dois filhos e feminista, a nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, aposta na autonomia como forma de garantir melhores condições de vida para a mulher. Em entrevista à Agência Brasil, ela deixou claro seu pensamento de luta contra a "cultura patriarcal, machista e sexista que ainda impera" no país. Autonomia, segundo a ministra, é " garantir que as mulheres tenham condições para se desenvolver com plenitude".
Filiada ao PT, mas não alinhada a tendências internas do partido, a mineira de Lavras combateu a ditadura militar, em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta, passou quase três anos na cadeia em São Paulo, de 1971 a 1973.
A ministra disse que não acredita que se houver contingenciamento de recursos, a aplicação efetiva da Lei Maria da Penha, que pune com prisão quem comete violência doméstica, será prejudicada. "O contingenciamento de recursos não deve restringir a ação dessa política", garantiu.
Mesmo antes de assumir o posto, ela vem sendo alvo de críticas de grupos religiosos contrários à legalização do aborto. Eleonora Menicucci ressaltou que as políticas públicas não devem discriminar as pessoas por suas profissões de fé e lembrou que "cabe ao governo cumprir a Constituição e respeitar a laicidade do Estado".
A seguir, a íntegra da entrevista:

bandeira homofobia
O Grupo Gay da Bahia (GGB), que anualmente divulga relatório sobre o número de assassinatos de homossexuais no Brasil, acaba de finalizar o primeiro levantamento sobre homofobia não letal em todo o País. Conforme o banco de dados coordenado pela entidade, obtido com exclusividade por Terra Magazine, em 2011, foram contabilizadas 282 ocorrências de discriminação com base na orientação sexual.
Os casos vão de insultos e ameaças até agressões físicas, semelhantes à que aconteceu na segunda-feira (13), com um casal de gays, espancado por taxistas em um aeroporto do Rio de Janeiro.
Os registros foram compilados a partir de informações coletadas na imprensa, segundo o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, que critica a falta de estatísticas, produzidas pelo poder público, sobre violência contra os LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
- Considero que o governo comete o crime de prevaricação na medida em que o Plano Nacional de Direitos Humanos, aprovado em 2002, previa a criação de um banco de dados em nível federal, assim como políticas públicas para erradicar a homofobia, e nada foi feito - opina.

50 mil por ano - Brasil é o país com o maior número de homicídios do mundo


grafico de violencia
Ministério da Justiça decide revisar política de segurança
Meses depois de implodir a primeira versão de um plano de redução de homicídios por ordem da presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Justiça decidiu preparar uma nova proposta de combate à violência. O Plano Nacional de Enfrentamento da Violência, com foco na diminuição de assassinatos, prevê investimento pesado em perícia, compra de equipamentos para as polícias estaduais e fortalecimento das corregedorias das polícias civis e militares. O governo decidiu revisar a política de segurança porque os indicadores da violência urbana ainda permanecem elevados.
Os últimos levantamentos oficiais mostram que o Brasil é o país com o maior número de homicídios do mundo em termos absolutos. São aproximadamente 50 mil por ano. Em termos proporcionais, ou seja, quando se compara o número de mortes violentas com o tamanho da população, o país também aparece num nada confortável sexto lugar. Em 30 de dezembro o GLOBO revelou que, numa guinada surpreedente das diretrizes de redução da violência, o governo federal engavetara o plano de articulação para a redução de homícidio em prol de outras áreas de atuação.

Carnaval Salvador - Cento e vinte observadores combaterão a violência racial, de gênero e homofóbica, durante a folia


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"Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direito". Esta é a premissa para a execução dos trabalhos do Observatório da Discriminação Racial, Violência Contra a Mulher e LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) que atuará pela sétima vez no Carnaval. Nesta quinta-feira (16), às 17 horas, no posto localizado na Ladeira de São Bento, servidores da Secretaria Municipal da Reparação (Semur), iniciam a fiscalização que pretende identificar atos de discriminação e violência racial, de gênero e homofóbica, durante a folia.

Cento e vinte observadores estarão distribuídos em pontos estratégicos dos circuitos da festa e nos seis postos instalados em vários pontos da cidade (Cruzeiro do São Francisco – SPD; Ladeira de São Bento; Lapa; Camarote Casa dos Bailes – Casa d´Itália; Assufba e Faculdade Social da Bahia – Ondina). A missão é contribuir para a realização de uma festa popular tranquila e em igualdade para todos os foliões, independente da cor, gênero ou orientação sexual.
O observatório atua em Salvador desde o Carnaval de 2006 e tem por finalidade mapear dados que comprovem a existência de ações discriminatórias raciais, de gênero e homofóbicas na festa. Os casos registrados servem de subsídios para a formulação e implantação de políticas públicas, voltadas para a prevenção de discriminações e desigualdades, motivadas por raça, gênero e orientação sexual.
Ano passado, foram registrados 350 casos, entre denúncias e observações. A maioria dos registros, de acordo com o secretário da Reparação Ailton Ferreira, foi de racismo. "Em seguida vieram as ocorrências de agressão à mulher e homofobia", assinalou. Além dos observadores que estarão nas ruas, o folião que sofrer algum tipo de discriminação pode procurar um dos postos e fazer sua denúncia.

Racismo em Aracajú - Shopping Jardins tem uma 'jaula' onde seguranças espancam as pessoas diz Jose Ednaldo

Não se sabe se é coincidência. O que sabe até o momento é que duas pessoas espancadas no Shopping Jardins, eram negras. Seria racismo?

Após a divulgação feita por toda a imprensa, envolvendo seguranças do Shopping Jardins, onde um homem acabou morrendo, na manha de hoje, outro fato volta à tona onde também seguranças espancaram um jovem.

As primeiras informações são de que no ultimo sábado houve um desentendimento entre o motorista Leidson Reis, e seguranças do shopping. A informação da assessoria de comunicação do shopping é que Leidison Reis, tentou forçar a entrada em uma loja de roupas e que essa loja já estava fechada e que ele estava alterado. Após isso o que se sabe até o momento é que Leidson morreu com a coluna cervical quebrada.

Na manha desta terça-feira (14), Jose Ednaldo Coelho Santos, pai de um jovem que também foi barbaramente espancado por seguranças do Shopping Jardins, fez graves denuncias. Ele conta que há uma "jaula", onde são praticados sessões de espancamento.

Denzel Washington diz que nunca gosta dos roteiros que recebe


Denzel Washington disse que nunca gosta dos roteiros de filmes que recebe para avaliar e que tem de trabalhar para melhorá-los. As informações são do site Female First.

O ator, que está no filme Safe House, afirmou que é um "monstro da lógica" e que tem de mudar muito os textos até ficar satisfeito. "Em nove de nove vezes, o roteiro não está como eu quero. E, se as coisas não fazem sentido, eu tenho que fazê-las ter sentido", disse ele, que também produz e dirige filmes.

Denzel venceu o Oscar duas vezes ao longo da sua carreira e disse ao Observer que isso pode ter chamado a atenção da Academia para outros atores negros, como Jamie Foxx e Forest Whitaker.

"Acho que o meu trabalho pode ter chamado a atenção da Academia para o trabalho de outros negros. O que Jamie Foxx fez em Ray é fenomenal, ninguém pode negar", afirmou.