TIRE O SEU RACISMO DO CAMINHO QUE EU QUERO PASSAR COM A MINHA COR. Georges Najjar Jr

terça-feira, 18 de abril de 2017

Cadê ABIMBOLA: O jovem Abimbola Nascimento Xavier está desaparecido desde o dia 01/04/2017!

Cadê ABIMBOLA: O jovem Abimbola Nascimento Xavier está desaparecido desde o dia 01/04/2017. Natural de São Paulo - Capital, o jovem Abimbola estava morando em Salvador desde agosto de 2016. Atualmente estava residindo no bairro do Rio Vermelho e no último dia 01/04/2016, sábado, desapareceu e até o momento não se tem noticias. A família já entrou em contato com os órgãos competentes mas até o momento não se tem nenhuma informação sobre o jovem.  Contamos com a colaboração de todos para encontrar esse jovem rapaz. Qualquer informação útil favor contactar o DPP (Delegacia de Proteção a Pessoa) 71 -99631-6538.





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Mesmo usando peruca e tendo realizado várias plásticas, Silvio Santos faz comentário racista e infeliz sobre cabelo de uma criança.

Mais uma polêmica para a conta do dono do baú. Após ser atacado nas redes sociais por chamar Guilherme Ávila, namorado da atriz Larissa Manoela, de bichinha, Silvio Santos fez outro comentário que não agradou muito o público.
O apresentador recebeu na noite do último domingo (4) a dançarina de hip hop mirim, Elis, e questionou se a pequena se sentia bem com o cabelo crespo. Após receber uma resposta afirmativa da garota, Silvio afirmou que o cabelo da menina estava chamando muita atenção. 

Nas redes sociais, o pai de Patrícia Abravanel recebeu várias críticas pela posição tomada no programa. "Silvio Santos sendo racista. Eu não mereço", escreveu um internauta. "Nojo", disparou outra. "Eu te amo, mas para de fazer comentário racista sobre o cabelo da menina", aconselhou uma admiradora. "Que novidade", ironizou um seguidor.

Gerente de lanchonete chamado de 'macaco' denuncia cliente no Rio de Janeiro - Mulher se revoltou com o fato de o banheiro do estabelecimento estar fechado e começou a humilhar funcionário

O gerente de uma lanchonete em Copacabana, na zona sul do Rio, denunciou à polícia uma cliente que o chamou de “macaco” na noite do domingo, 4. A mulher foi autuada por injúria racial, crime que pode ser punido com um a três anos de prisão, além de pagamento de multa.
Segundo testemunhas que foram à delegacia apoiar o gerente, a mulher se revoltou com o fato de o banheiro do estabelecimento estar fechado e começou a xingar e a humilhar o funcionário.

O caso aconteceu às 20h30 do domingo (4) e a lanchonete estava cheia. “Ela começou a xingar com palavras agressivas, com agressões verbais de tudo que é forma. Começou a bater no vidro, insistindo em me xingar de 'macaco'. Lá fora bateu no vidro e me chamou de 'macaco' bem alto. A própria colega dela tentou tapar a boca dela, sabendo que ela estava errada”, contou o gerente da lanchonete, identificado como Paulo César, à reportagem da TV Globo.
“Eu me senti humilhado, não esperava que isso fosse acontecer no meu próprio local de trabalho, onde trabalho há 12 anos. Isso não deve acontecer com ninguém.”
Previsto no artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, o crime de injúria racial se caracteriza pela ofensa “da dignidade ou do decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”. Segundo a polícia, a mulher foi autuada por injúria e injúria por preconceito e liberada em seguida.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Ativistas protestam contra caso de racismo em ponto de táxi - "Parem o racismo ou paramos a cidade"

Grupo seguiu em passeata até o Estacionamento São Raimundo, onde fica a Coordenadoria de Táxi - Foto: Divulgação




Cerca de 40 ativistas negros protestaram nesta quarta-feira, 27, na praça da Piedade, em Salvador, o 
racismo sofrido pelo jornalista Eduardo Machado, pela cineasta Larissa Fulana de Tal, e por dois amigos do casal no dia 23 de junho, em um ponto de táxi no bairro da Calçada.
Com cartazes com dizeres "Taxista consciente não é racista", os manifestantes fizeram apitaço até o Estacionamento São Raimundo, onde fica a Coordenadoria de Táxi (Cotai), e pediram o fim de atos racistas. "Parem o racismo ou paramos a cidade", gritavam os ativistas.
A manifestação referia-se à tarde do dia 23 de junho, quando os quatro jovens saíram da praia do Cantagalo, na Cidade Baixa. Na ocasião, conta Eduardo Machado, taxistas do ponto localizado na Calçada se recusaram a levá-los até o Barbalho, pois temiam que não pagassem a corrida. A situação, que evoluiu para uma discussão sobre discriminação racial, foi interrompida, segundo as vítimas, por policiais da viatura 50.108 da Polícia Militar (PM).
A resolução do problema, no entanto, não ocorreu. Segundo relatos do jornalista e da cineasta, Eduardo e um de seus amigos, William, foram colocados na viatura por policiais da Rondesp, que teriam ameaçado os quatro com um fuzil.
A partir dali, uma peregrinação começou. Primeiro sozinha e depois com ajuda de militantes negros, Larissa procurou pelo companheiro nas delegacias da cidade. O temor, conta ela, era de um fim trágico.
"Perguntei para onde estavam levando eles e os policiais não me responderam. Ali configurou o sequestro e eu só lembrava de Giovanni e de David Fiuza, que também foram colocados na viatura e só foram encontrados mortos", relatou a cineasta durante a manifestação.
Durante esse período, de duas horas, foi um terror para Eduardo. Parou na delegacia do Bonfim, na CIPM do Lobato e na Delegacia de Flagrantes, no Iguatemi, onde conta ter sido agredido por agentes da Polícia Civil.
O jornalista afirma que foi obrigado a sentar no chão e, por ter se recusado, foi levado à carceragem da Delegacia de Flagrantes, mesmo tendo ensino superior. Ele revela que conseguiu identificar o nome de dois dos policias que o conduziram pela cidade, de prenomes Gabriel e Clóvis Jr.
Apuração
Ele prestou queixa do ocorrido, mas não recebeu o Boletim de Ocorrência (BO). A Defensoria Pública e o Centro de Referência de Combate ao Racismo Nelson Mandela enviaram ofício à Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) para apurar o caso.
A PM informou, em nota, que encaminhou o relato do caso à Corregedoria para verificar se houve registro de ocorrência, mas, até a publicação desta reportagem o órgão não enviou resposta.
A Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) informou que não vai comentar o assunto, pois não teve conhecimento do caso.
Já a Polícia Civil disse que Eduardo Machado "foi conduzido por uma guarnição da PM por desacato".
Segundo a versão do órgão, o jornalista assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). "Os taxistas se recusaram a fazer a corrida para o grupo que acompanhava José Eduardo porque estavam com as roupas molhadas, o que gerou uma confusão", diz a nota.
"Eduardo continuou agressivo ao chegar à Central de Flagrantes, onde foi colocado na Sala de Custódia, como medida para preservar sua integridade física", continua a nota, informando que o termo assinado foi enviado ao Juizado Especial Criminal, que vai adotar as medidas cabíveis.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Campanha americana pela diversidade mostra que o amor não tem rótulos e convida público a repensar seus preconceitos

Somos todos humanos. Essa é a mensagem da campanha "Love has no labels" ("o amor não tem rótulos", em português), que ganhou o público nos Estados Unidos. Duas pessoas se beijam atrás de uma tela de Raio X, que mostra os corpos como os esqueletos que, por dentro, todos os corpos humanos são. Quando o casal sai de trás da tela, o público se surpreende ao saber que se trata de um casal lésbico. Ou gay. Ou hetero. Um casal.

Além do casal lésbico e das outras formações, até mesmo crianças, que se abraçam para mostrar o amor entre irmãos. Pessoas de religiões e culturas diferentes também foram convidadas a se abraçar. A experiência foi gravada e o vídeo virou hit nas redes sociais.
Assista ao video:

O objetivo é mostrar que "antes de tudo, todos somos humanos". "É hora de abraçar a diversidade" e "Vamos colocar de lado os rótulos em nome do amor" são os motes da campanha. 

Apenas 11 dos 1.826 bilionários do mundo são negros, diz Forbes

Uma lista divulgada pela revista Forbes aponto que dos 1.826 bilionários do mundo em 2015, apenas 11 são negros. O seleto grupo contou contou com dois novos nomes - o conhecido jogador de basquete americano Michael Jordan e o magnata de energia da Nigéria Femi Otedola. 
Da lista, apenas três mulheres fazem parte dela: a apresentadora americana Oprah Winfrey, a investidora angolana Isabel dos Santos e a empresária nigeriana de petróleo Folorunsho Alakija.


O bilionário negro com mais dinheiro é o magnata do cimento nigeriano Aliko Dangote, com uma fortuna estimada em 15,7 bilhões de dólares. Com 57 anos, Dangote começou a fazer fortuna com o comércio de cimento, açúcar e farinha, mas depois passou a fabricar esses produtos. 

Atualmente, sua empresa de cimento está estimada em 15 bilhões de dólares e ele ainda está investindo em uma refinaria de petróleo com previsão de capacidade de refino de 400.000 barris por dia e início de operação em 2016.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CONQUISTA: Travestis da BA podem usar nome feminino na Ufba e escolas


Resultado de imagem para HOMOFOBIATravestis já podem se matricular, a partir desse ano, na Universidade Federal da Bahia (Ufba) e na rede pública de ensino estadual com seus nomes femininos. As portarias foram editadas em 2014 para começar a valer em 2015. O fato é comemorado como uma "vitória histórica" do gênero pela Associação de Travestis de Salvador (Atras) e Grupo Gay da Bahia (GGB).

As duas entidades de apoio à luta homossexual afirmam que as "trans" - que inclui travestis e transsexuais - " constituem a minoria social mais desconhecida e discriminada no país, sofrendo opressão dentro de casa, pois raramente recebem apoio da própria família". Ao não ter o direito de usar o nome adequado a sua identidade de gênero, sofrem "grave constrangimento quando são publicamente chamadas com nome masculino". A Atras e o GGB pretendem ampliar "o respeito ao nome social em todos espaços públicos e não apenas para estudantes e rede pública".

A estimativa das duas entidades é que existam duas mil "trans" no estado, aproximadamente 500 em Salvador. Assinalam ser "rara" a cidade brasileira, inclusive os menores municípios, que não tenha uma ou mais "trans". Millena Passos, presidente da Atras, diz que "a grande maioria das trans são profissionais do sexo - ocupação legalizada por Jaques Wagner quando era Ministro do Trabalho". Alega que muitas "estão na pista" por falta de alternativas, pois teriam sofrido "bullying" nas escolas, "foram expulsas de casa e são recusadas quando procuram trabalho."
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Ela acredita que as portarias da Ufba e Secretaria de Educação da Bahia "vão estimular muitas travestis a estudar e ter outra profissão menos perigosa e insalubre". "Se alguma escola ou faculdade recusar reconhecer nosso gênero feminino, inclusive o acesso a sanitário feminino, deve ser denunciada publicamente e a Atras acionará o Ministério Público da Bahia", declarou Millena. Três "trans" já se matricularam na Ufba com nome social.

O antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB lembrou que "as trans ainda são as principais vítimas dos crimes de ódio em nosso país e estado: entre 1980-2015 foram assassinadas na Bahia 112 travestis e transsexuais, uma média de 3 por ano. No último dia 20 foi encontrado o corpo de uma travesti na região dos Dois Leões, Salvador, com vários tiros na cabeça: sem identidade, sem parentes que reclamem o cadáver, sem prisão do assassino. Infelizmente esse é o medo e destino de muitas trans profissionais do sexo. Esperamos e torcemos que ao terem a partir de agora seu nome social respeitado nos bancos escolares, tenham melhores alternativas de subsistência e maior esperança de vida".
FONTE: ATARDE

RESPOSTA DIGNA: Episódio de racismo vira "brincadeira" em vídeo de torcedores do West Ham Os adeptos usaram o bom humor para chamar a atenção para o caso ocorrido no metrô de Paris

Em um vídeo publicado no Youtube, torcedores do West Ham fizeram uma brincadeira com o caso de racismo ocorrido no metrô de Paris, na semana passada. Na ocasião, torcedores do Chelsea não permitiram a entrada de um homem negro no vagão depois do confronto diante do PSG, pela Champions League.
Na gravação, um homem pergunta de forma bem humorada aos torcedores do West Ham que estão na porta do trem: "Posso entrar no trem, senhor?". Um deles então responde: "Claro, aqui é West Ham, meu amigo. Entre, por favor".
Até agora a publicação feita no dia 22 de fevereiro já teve cerca de 1.700 visualizações. Assista abaixo ao vídeo:

Torcedores do Chelsea impedem negro de entrar no metrô de Paris Caso de racismo aconteceu após duelo do time inglês contra o PSG em Paris


Resultado de imagem para racismo no futebolA terça-feira não foi marcada apenas pelo retorno da Champions League. Torcedores do Chelsea protagonizaram uma cena lamentável no metrô de Paris, após o empate entre o time inglês e o Paris Saint-Germain, pelo jogo de ida das oitavas de final da competição. Um grupo impediu que um negro entrasse no vagão, chegando a empurrá-lo contra a plataforma.

É possível escutar gritos de "Chelsea! Chelsea!" e posteriormente um coro em que os torcedores gritam "Somos racistas, somos racistas! Esse é o jeito que nós gostamos".

O clube inglês já se pronunciou sobre o incidente, condenando a ação de seus torcedores e prometendo agir contra os envolvidos.

"Tal comportamento é abominável e não tem lugar no futebol ou na sociedade. Vamos apoiar qualquer ação criminal contra os envolvidos, e em caso de provas que apontem para o envolvimento de detentores de carnês para a temporada ou sócios, o clube irá tomar a ação mais forte possível contra eles, incluindo ordens de proibição", de acordo com o jornal britânico The Guardian.

Joseph Blatter, presidente da Fifa, utilizou seu perfil no Twitter para criticar o caso."Eu também condeno as ações de um pequeno grupo de torcedores do Chelsea em Paris. Não há espaço para o racismo no futebol.", escreveu o dirigente.

A UEFA também divulgou uma nota transferindo a responsabilidade para as autoridades locais, deixando de lato qualquer envolvimento com o caso: "É uma questão para as autoridades locais investigarem e a Uefa apoia qualquer ação que for tomada (contra a atitude de racismo dos torcedores do Chelsea)".

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mãe Stella é eleita para a Academia de Letras da Bahia

Mãe Stella de Oxóssi, ialorixá do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá, em São Gonçalo do Retiro, foi eleita na tarde desta quinta-feira, 25, a mais nova imortal da Academia de Letras da Bahia. Vai ocupar a cadeira 33 (Poltrona Castro Alves) que era do professor e historiador Ubiratan Castro, falecido em janeiro de 2013.
Stella de Azevedo dos Santos tem 87 anos e é graduada em Farmácia pela Escola Bahiana de Medicina. É a primeira vez que uma mãe-de-santo vai ocupar uma cadeira da entidade máxima da literatura baiana. Mãe Stella é autora de seis livros, como "E daí aconteceu o encanto", "Meu tempo é agora" e "Opiniões".
Integrantes do movimento afro e intelectuais acreditam que a eleição da ialorixá foi benéfica a academia, pelo trabalho que ela realiza junto à comunidade e sua importância para a literatura baiana.
É um reconhecimento da importância da nossa matriz. Mãe Stella é uma líder comunitária e tem conhecimento para honrar a posição que agora vai ocupar", comentou Myriam Fraga, poetisa e diretora da Fundação Jorge Amado.
FONTE: ATARDE