TIRE O SEU RACISMO DO CAMINHO QUE EU QUERO PASSAR COM A MINHA COR. Georges Najjar Jr

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Jean Wyllys: Veja que lixo!

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Eu havia prometido não responder à coluna do ex-diretor de redação de Veja, José Roberto Guzzo, para não ampliar a voz dos imbecis. Mas foram tantos os pedidos, tão sinceros, tão sentidos, que eu dominei meu asco e decidi responder.

A coluna publicada na edição desta semana do libelo da editora Abril — e que trata sobre o relacionamento dele com uma cabra e sua rejeição ao espinafre, e usa esses exemplos de sua vida pessoal como desculpa para injuriar os homossexuais — é um monumento à ignorância, ao mau gosto e ao preconceito.

Logo no início, Guzzo usa o termo "homossexualismo" e se refere à nossa orientação sexual como "estilo de vida gay". Com relação ao primeiro, é necessário esclarecer que as orientações sexuais (seja você hétero, lésbica, gay ou bi) não são tendências ideológicas ou políticas nem doenças, de modo que não tem "ismo" nenhum. São orientações da sexualidade, por isso se fala em "homossexualidade", "heterossexualidade" e "bissexualidade". Não é uma opção, como alguns acreditam por falta de informação: ninguém escolhe ser homo, hétero ou bi.

O uso do sufixo "ismo", por Guzzo, é, portanto, proposital: os homofóbicos o empregam para associar a homossexualidade à ideia de algo que pode passar de uns a outros – "contagioso" como uma doença – ou para reforçar o equívoco de que se trata de uma "opção" de vida ou de pensamento da qual se pode fazer proselitismo.

Não se trata de burrice da parte do colunista portanto, mas de má fé. Se fosse só burrice, bastaria informar a Guzzo que a orientação sexual é constitutiva da subjetividade de cada um/a e que esta não muda (Gosta-se de homem ou de mulher desde sempre e se continua gostando); e que não há um "estilo de vida gay" da mesma maneira que não há um "estilo de vida hétero".

A má fé conjugada de desonestidade intelectual não permitiu ao colunista sequer ponderar que heterossexuais e homossexuais partilham alguns estilos de vida que nada têm a ver com suas orientações sexuais! Aliás, esse deslize lógico só não é mais constrangedor do que sua afirmação de que não se pode falar em comunidade gay e que o movimento gay não existe porque os homossexuais são distintos. E o movimento negro? E o movimento de mulheres? Todos os negros e todas as mulheres são iguais, fabricados em série?

personagens mudanca de sexo f 001-300x196A comunidade LGBT existe em sua dispersão, composta de indivíduos que são diferentes entre si, que têm diferentes caracteres físicos, estilos de vida, ideias, convicções religiosas ou políticas, ocupações, profissões, aspirações na vida, times de futebol e preferências artísticas, mas que partilham um sentimento de pertencer a um grupo cuja base de identificação é ser vítima da injúria, da difamação e da negação de direitos! Negar que haja uma comunidade LGBT é ignorar os fatos ou a inscrição das relações afetivas, culturais, econômicas e políticas dos LGBTs nas topografias das cidades. Mesmo com nossas diferenças, partilhamos um sentimento de identificação que se materializa em espaços e representações comuns a todos. E é desse sentimento que nasce, em muitos (mas não em todas e todos, infelizmente) a vontade de agir politicamente em nome do coletivo; é dele que nasce o movimento LGBT. O movimento negro — também oriundo de uma comunidade dispersa que, ao mesmo tempo, partilha um sentimento de pertença — existe pela mesma razão que o movimento LGBT: porque há preconceitos a serem derrubados, injustiças e violências específicas contra as quais lutar e direitos a conquistar.

A luta do movimento LGBT pelo casamento civil igualitário é semelhante à que os negros tiveram que travar nos EUA para derrubar a interdição do casamento interracial, proibido até meados do século XX. E essa proibição era justificada com argumentos muito semelhantes aos que Guzzo usa contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Afirma o colunista de Veja que nós os e as homossexuais queremos "ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos", e pouco depois ele coloca como exemplo a luta pelo casamento civil igualitário. Ora, quando nós, gays e lésbicas, lutamos pelo direito ao casamento civil, o que estamos reclamando é, justamente, não sermos mais tratados como uma categoria diferente de cidadãos, mas igual aos outros cidadãos e cidadãs, com os mesmos direitos, nem mais nem menos. É tão simples! Guzzo diz que "o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa". Ora, mas é a lei que queremos mudar! Por lei, a escravidão de negros foi legal e o voto feminino foi proibido. Mas, felizmente, a sociedade avança e as leis mudam. O casamento entre pessoas do mesmo sexo já é legal em muitos países onde antes não era. E vamos conquistar também no Brasil!

Os argumentos de Guzzo contra o casamento igualitário seriam uma confissão pública de estupidez se não fosse uma peça de má fé e desonestidade intelectual a serviço do reacionarismo da revista. Ele afirma: "Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar". Eu não sei que tipo de relação estável o senhor Guzzo tem com a sua cabra, mas duvido que alguém possa ter, com uma cabra, o tipo de relação que é possível ter com um cabra — como Riobaldo, o cabra macho que se apaixonou por Diadorim, que ele julgava ser um homem, no romance monumental de Guimarães Rosa. O que ele, Guzzo, chama de "relacionamento" com sua cabra é uma fantasia, pois falta o intersubjetivo, a reciprocidade que, no amor e no sexo, só é possível com outro ser humano adulto: duvido que a cabra dele entenda o que ele porventura faz com ela como um "relacionamento".

Guzzo também argumenta que "se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for". Bom, nós, os gays e lésbicas, somos como o espinafre ou como as cabras. Esse é o nível do debate que a Veja propõe aos seus leitores.
Não, senhor Guzzo, a lei não pode obrigar ninguém a "gostar" de gays, lésbicas, negros, judeus, nordestinos, travestis, imigrantes ou cristãos. E ninguém propõe que essa obrigação exista. Pode-se gostar ou não gostar de quem quiser na sua intimidade (De cabra, inclusive, caro Guzzo, por mais estranho que seu gosto me pareça!). Mas não se pode injuriar, ofender, agredir, exercer violência, privar de direitos. É disso que se trata.

O colunista, em sua desonestidade intelectual, também apela para uma comparação descabida: "Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas, num país onde se cometem 50000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos". O que Guzzo não diz, de propósito (porque se trata de enganar os incautos), é que esses 300 homossexuais foram assassinados por sua orientação sexual! Essas estatísticas não incluem os gays mortos em assaltos, tiroteios, sequestros, acidentes de carro ou pela violência do tráfico, das milícias ou da polícia.

As estatísticas se referem aos LGBTs assassinados exclusivamente por conta de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero! Negar isso é o mesmo que negar a violência racista que só se abate sobre pessoas de pele preta, como as humilhações em operações policiais, os "convites" a se dirigirem a elevadores de serviço e as mortes em "autos de resistência".

Qual seria a reação de todas e todos nós se Veja tivesse publicado uma coluna em que comparasse negros e negras com cabras e judeus com espinafre? Eu não espero pelo dia em que os homens e mulheres concordem, mas tenho esperança de que esteja cada vez mais perto o dia em que as pessoas lerão colunas como a de Guzzo e dirão "veja que lixo!".

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

E o melhor deputado em 2012 é… Jean Wyllys

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Deputado fluminense é eleito pelos internautas como o que melhor representou a população na Câmara este ano. Chico e Erundina foram o segundo e o terceiro colocados. Arnaldo Faria de Sá foi o indicado pela internet
POR EDSON SARDINHA
Primeiro parlamentar homossexual a se eleger defendendo a causa LGBT, Jean Wyllys (Psol-RJ) foi escolhido pelos internautas como o deputado que melhor representou os interesses da população na Câmara em 2012. Em seu segundo ano de mandato, Jean superou o seu colega de partido e estado Chico Alencar (Psol-RJ), que liderou a disputa em boa parte da votação na internet.
Desta vez, Chico, que foi eleito pelos internautas como melhor deputado nos últimos dois anos, ficou com a segunda colocação. Em terceiro lugar ficou a deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Os três primeiros colocados receberam, das mãos do diretor e criador dosite, Sylvio Costa, troféus confeccionados pela artista plástica Suzana Gouveia.
Foram entregues placas, atestando o reconhecimento ao desempenho parlamentar, aos dez primeiros colocados na Câmara. Todos os 25 indicados pelos jornalistas receberam certificados. Ao grupo se somou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), indicado pelos internautas para se juntar à relação dos melhores na Câmara em 2012. Pela primeira vez, o internauta pode incluir um nome, em cada categoria, à lista elaborada pelos 186 jornalistas que participaram da primeira fase de votação.
Veja a ordem de classificação dos deputados, de acordo com a votação na internet:
Jean Wyllys;
Chico Alencar;
Luiza Erundina;
Ivan Valente;
Manuela D’Ávila;
Tiririca
Benedita da Silva
Vicentinho;
Alessandro Molon;
Jandira Feghali;
Paulo Teixeira;
Miro Teixeira;
Dr. Rosinha;
Antonio Carlos Magalhães Neto;
Reguffe;
Luiz Couto;
Henrique Fontana;
Domingos Dutra;
Alfredo Sirkis;
Ronaldo Caiado;
Mara Gabrilli;
Carlos Sampaio;
Antonio Carlos Mendes Thame;
Bruno Araújo;
Rebecca Garcia;

Internet:
Arnaldo Faria de Sá

Jean
Baiano de Alagoinhas, 38 anos, Jean Wyllys exerce seu primeiro mandato eletivo. Professor universitário e jornalista, tem mestrado em Letras e Linguística. Começou sua militância nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. É o primeiro parlamentar homossexual assumido a se eleger defendendo a causa LGBT.
Em 2005, foi o vencedor do reality show Big Brother Brasil, da TV Globo. Na Câmara, tem se destacado na defesa dos direitos dos homossexuais e na luta contra a homofobia. Entre os melhores parlamentares pelo segundo ano, também é destaque na categoria Parlamentar de Futuro pela segunda vez.
O prêmio
Em sua sétima edição, o Prêmio Congresso em Foco tem como objetivo estimular o cidadão eleitor a seguir de perto, e de modo permanente, as atividades do Legislativo. A ideia é fiscalizar e acompanhar tanto para dar puxões de orelhas na maioria que nos decepciona na arena legislativa, mas também para valorizar quem sabe honrar o voto que recebeu nas urnas.
O Prêmio Congresso em Foco 2012 tem o patrocínio da Ambev, da Petrobras e da Souza Cruz, e o apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR), da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (ArpenBrasil), da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) e do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).
Também apoiam o projeto a Federação Brasileira de Associações Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), a Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), a Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni), o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) e a União dos Auditores Federais de Controle Externo (Auditar) e a agência de comunicação Inpress Oficina.

DataSenado atesta que população não vê jovens negros como maiores vítimas da violência

homicidios
Para o coordenador do Fejunes as políticas públicas não levam em conta o recorte racial da sociedade
Por:Livia Francez 
 Uma pesquisa realizada pelo DataSenado constatou que embora dados do Ministério da Saúde atestem que os jovens negros são principais vítimas de violência no País, a população brasileira tende a achar que a violência atinge jovens brancos e negros na mesma proporção. A pesquisa foi feita entre 1 e 11 de outubro deste ano, com 1.234 pessoas, de 123 municípios do País, incluindo Vitória.
O levantamento foi divulgado nessa quarta-feira (7), durante uma solenidade realizada no Senado, em que a Casa aderiu à campanha "Igualdade Racial é pra Valer", da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
A maior parte dos entrevistados na pesquisa (62,3%) respondeu que a violência entre jovens negros e brancos ocorre na mesma proporção, enquanto 31,4% que a violência ocorre com mais intensidade entre jovens negros do que brancos.
Já as estatísticas oficiais revelam uma realidade que não se assemelha ao resultado da pesquisa. Segundo o Ministério da Saúde, 53% dos homicídios vitimam pessoas jovens, dos quais 75% são negros, de baixa escolaridade. A maioria é do sexo masculino.
O coordenador do Fórum Estadual da Juventude Negra (Fejunes), Luiz Inácio Silva da Rocha, informa que dados preliminares de um levantamento que está sendo produzido pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi) mostra que um dos grandes desafios para essa mudança de mentalidade está na forma de abordagem da mídia sobre o extermínio de jovens negros que ocorre atualmente.
Ele conta que o noticiário não faz a ligação entre a morte violenta do jovem negro e o que provoca essa morte. A falta desse resgate acaba por incutir na sociedade a ideia que a vida desses jovens é menos valorosa, que são historicamente cidadãos de segunda categoria.
Luiz Inácio alerta também que as políticas públicas implementadas não levam em conta esse recorte racial. Ele lamenta a ideia de que a violência contra jovens negros resta justificada pela perpetuação da imagem de que essa parcela da população representa a criminalidade.
A pesquisa do DataSenado ratifica a ideia do coordenador do Fejunes. Para evitar que as respostas a perguntas genéricas distorcessem uma percepção mais apurada do que os entrevistados pensam sobre a questão da violência, os entrevistadores do Senado apresentaram perguntas específicas. Uma delas era "homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros", e diante dessa indagação, 56,6% dos entrevistados foram favoráveis.
Diante da indagação "a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco", 55,8% dos entrevistados concordaram com a afirmação. Além disso, para 55,1% é correto afirmar que "a principal causa de homicídios de jovens negros é o racismo".
 Fonte: Seculo Diário 

AFROBRASILEIROS E SUAS LUTAS - Conjuração Baiana foi a primeira revolta social do Brasil

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A Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Búzios e Revolta dos Alfaiates, é considerada um dos movimentos mais significativos na história e a primeira revolta social do país. Em 8 de novembro de 1799, quatro integrantes do movimento foram enforcados, em praça pública, para que servissem de exemplo. Nesta entrevista, a historiógrafa Antonietta D'Aguiar Nunes fala sobre a data histórica para os baianos.
Portal Vermelho: De fato, o que foi a Conjuração Baiana?
Antonietta D'Aguiar: A Conjuração Baiana foi uma luta que tivemos em Salvador dentro do conjunto das lutas que o Iluminismo inspirou: Revolução Francesa, Independência Norte-Americana, Inconfidência Mineira e no Rio de Janeiro. Aqui, tivemos a nossa Inconfidência Baiana. Mas, nós tínhamos uma vantagem sobre as outras. Nas outras, quem fez e promoveu foram os indivíduos formados pela Universidade de Coimbra, mas aqui o caráter foi popular.

Na Bahia também houve a participação da elite. Cipriano Barata, um dos nomes importantes do movimento, era cirurgião formado por Coimbra. Nós tínhamos uma série de intelectuais formados por Coimbra, mas esses faziam parte de uma conjuração chamada Cavaleiros da Luz, que havia sido fundada em 1797, uma espécie de maçonaria e aqui eles eram mais abertos.
Por exemplo: quem era oficial falava com os soldados; cirurgiões ou professores falavam com artesãos e alfaiates. Enfim, o povo também acabou envolvido. Tínhamos uma série de padres carmelitas que traduziam textos franceses que eram discutidos na Revolução Francesa para serem trabalhados na Bahia, pelo povo pobre. Então, nós tivemos o envolvimento de camadas populares e não apenas da elite de Coimbra.
Essa participação popular fez com que nossa revolução fosse chamada por Afonso Rui de Souza, que foi um grande professor de História da Bahia e diretor do Arquivo Histórico Municipal, de a primeira revolução social brasileira, pois envolveu as classes oprimidas.
Outro aspecto interessante da Revolta dos Alfaiates é que os rebeldes da elite, por exemplo, eram fuzilados no Campo da Pólvora. Mas, os pobres eram enforcados, pois a forca é considerada uma morte mais dura, mais demorada. A elite era fuzilada. O povo era enforcado e servia de espetáculo público. Eles eram enforcados no Largo da Forca, que hoje é o Largo da Piedade. Essa atitude mostra o preconceito social sempre existiu na nossa sociedade.
De Salvador,
Ana Emília Ribeiro

Menino com câncer é tratado com maconha ‘sem barato’


David Sabach (Foto BBC)Diagnosticado com câncer, o garoto David Sabach, de 12 anos, está sendo tratado com um tipo especial de maconha medicinal desenvolvida por cientistas israelenses que ficou conhecida como "maconha sem barato".
Em sua casa, em Israel, David guarda fotografias que são um registro dramático de seu estado há dois anos. Na época, por causa da quimioterapia, ele perdeu todo o cabelo e seu peso chegou a metade do que é hoje.
 David recebe doses da maconha especial, adicionada a chocolates, biscoitos e bolos. "O efeito da cannabis dura todo o dia. Sinto-me muito melhor. Finalmente, posso andar sem chorar por causa da dor nas pernas", diz."Eu costumava tomar morfina para a dor, mas o efeito não durava mais que alguns minutos", conta o menino.
A maconha medicinal tem sido usada em Israel desde os anos 90 para o tratamento de uma série de doenças, entre elas câncer, Mal de Parkinson, esclerose múltipla e síndrome de Tourette.
Recentemente, porém, cientistas ligados a empresa Tikkun Olam desenvolveram um tipo especial dessa maconha neutralizando a substância THC (tetrahidrocanabinol), que gera os efeitos cognitivos e psicológicos da droga.
Além disso, a nova variedade da planta tem uma concentração mais elevada da substância canabidiol (CBD), um poderoso anti-inflamatório.
Cannabis (Foto BBC)

Nova imagem

O resultado é uma maconha com as mesmas propriedades medicinais da cannabis tradicional, mas sem o "barato" que faz com que muitos se oponham ao uso medicinal da planta.
"O canabidiol não se fixa às células do cérebro, então, após ingerir essa substância, o paciente não tem nenhum efeito colateral indesejado", diz Ruth Gallily, professora de imunologia na Universidade Hebraica de Jerusalém, que estuda os efeitos medicinais da cannabis há 15 anos
"Os pacientes não têm 'barato' e não ficam confusos. Podem dirigir, trabalhar e fazer suas tarefas do dia a dia."
A cannabis é considerada uma droga ilegal em Israel, mas a Tikkun Olam obteve uma licença especial do Ministério da Saúde para desenvolver a maconha medicinal e cultiva diversas variedades da planta em estufas na Galileia, no norte de Israel.
De acordo com Zachi Klein, diretor de pesquisa da empresa, mais de 8.000 doentes em Israel já são tratados com cannabis, recebendo a substância após mostrarem receitas médicas autorizadas pelo Ministério da Saúde.
Klein explica que pelo menos três categorias de pacientes devem se beneficiar da nova variedade de maconha medicinal.
Primeiro, as pessoas que precisam continuar a trabalhar durante o tratamento. Segundo, os idosos, porque eles seriam muito sensíveis ao THC. Por fim, crianças como David.
FONTE: BBC News



ESCRAVIDÃO NO BRASIL


O Estado de São Paulo quer aprovar ainda neste ano um projeto de lei que obriga o fechamento das empresas envolvidas direta ou indiretamente na exploração de trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Trabalho análogo ao de escravo é aquele em que a pessoa é submetida a condições degradantes, como correr riscos no ambiente de trabalho (locais sem higiene, fiação exposta com risco de incêndio), jornadas exaustivas (acima de 12 horas, como prevê a lei), servidão por dívida (tem a liberdade cerceada por dívida com o empregador) e outras.
Discutido nos últimos três meses, o projeto cassa a inscrição estadual no cadastro do ICMS dessas empresas.
Tramita em regime de urgência e é apoiado pelo colégio de líderes da Assembleia Legislativa, composto por 17 partidos. São necessários 47 votos dos 94 para aprová-lo. Dois dos principais partidos que apoiam o projeto, PSDB e PT, têm 46 deputados.
"O projeto atinge aqueles que mais lucram ao usar esse tipo de mão de obra e se escondem atrás de fornecedores em pseudoterceirizações", diz Carlos Bezerra Jr. (PSDB), autor do projeto.
Luiz Carlos Murauskas - 11.ago.10/Folhapress
Boliviano emoficina da zona norte de SP subcontratada para fazer coletes do IBGE
Boliviano em oficina da zona norte de SP subcontratada para fazer coletes do IBGE

COMBUSTÍVEL
O projeto adota a mesma lógica usada pelo fisco paulista ao combater combustível adulterado nos postos de gasolina. O estabelecimento flagrado com essa prática tem a inscrição estadual cassada.
Em São Paulo, as ocorrências de trabalho degradante envolvem principalmente dois setores: têxtil e construção civil. Por dia, de 30 a 40 bolivianos chegam ao centro da cidade para trabalhar em confecções, segundo entidades envolvidas no combate.
Ao menos dez redes de varejo que já usaram mão de obra de bolivianos, irregulares no país e que trabalham em condições degradantes, de forma indireta (com sistema de terceirização da cadeia produtiva de costura), receberam autos de infração ou estão sendo investigadas.
As redes informam que não têm conhecimento do problema e que as intermediárias são responsáveis pela contratação de oficinas.
A relatora da ONU para Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian, participa hoje de encontro na Assembleia para discutir como combater o trabalho degradante em áreas urbanas.
Fiscais, procuradores e defensores públicos têm feito, há oito anos, fiscalizações para erradicar o trabalho análogo ao escravo no Brasil. Em 2012, já foram feitas 91 operações com o resgate de 1.054 trabalhadores.

POLÍTICA: Obama chora ao agradecer trabalho de voluntários


  • Obama se emociona ao agradecer plateia de voluntários e assistentes de campanha
    Obama se emociona ao agradecer plateia de voluntários e assistentes de campanha


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reeleito na terça-feira (6), não conteve as lágrimas ao agradecer um grupo de voluntários por seu trabalho e dedicação na campanha eleitoral.
Em um vídeo disponibilizado no YouTube pela equipe democrata, um emocionado Obama agradece o esforço dos jovens voluntários durante um encontro no centro de operações de sua campanha em Chicago, no Estado americano de Illinois.


"O que vocês, jovens, fizeram significa que o trabalho que estou fazendo é importante. Estou realmente orgulhoso disto, estou realmente orgulhoso de vocês", afirmou o presidente antes de enxugar as lágrimas.



"Tenho total confiança de que farão coisas incríveis em suas vidas", completou Obama à frente de um cartaz com um lema de sua campanha, "Forward!" (Adiante!).



O diretor da campanha de Obama, Jim Messina, explicou em um e-mail que, com suas palavras, o presidente também se dirigia a todos os voluntários que trabalharam juntos para que o democrata conquistasse um novo mandato de quatro anos.

FONTE:uol

São Paulo quer fechar empresa que usar trabalho escravo


O Estado de São Paulo quer aprovar ainda neste ano um projeto de lei que obriga o fechamento das empresas envolvidas direta ou indiretamente na exploração de trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Trabalho análogo ao de escravo é aquele em que a pessoa é submetida a condições degradantes, como correr riscos no ambiente de trabalho (locais sem higiene, fiação exposta com risco de incêndio), jornadas exaustivas (acima de 12 horas, como prevê a lei), servidão por dívida (tem a liberdade cerceada por dívida com o empregador) e outras.
Discutido nos últimos três meses, o projeto cassa a inscrição estadual no cadastro do ICMS dessas empresas.
Tramita em regime de urgência e é apoiado pelo colégio de líderes da Assembleia Legislativa, composto por 17 partidos. São necessários 47 votos dos 94 para aprová-lo. Dois dos principais partidos que apoiam o projeto, PSDB e PT, têm 46 deputados.
"O projeto atinge aqueles que mais lucram ao usar esse tipo de mão de obra e se escondem atrás de fornecedores em pseudoterceirizações", diz Carlos Bezerra Jr. (PSDB), autor do projeto.

Luiz Carlos Murauskas - 11.ago.10/Folhapress
Boliviano emoficina da zona norte de SP subcontratada para fazer coletes do IBGE
Boliviano em oficina da zona norte de SP subcontratada para fazer coletes do IBGE

COMBUSTÍVEL
O projeto adota a mesma lógica usada pelo fisco paulista ao combater combustível adulterado nos postos de gasolina. O estabelecimento flagrado com essa prática tem a inscrição estadual cassada.
Em São Paulo, as ocorrências de trabalho degradante envolvem principalmente dois setores: têxtil e construção civil. Por dia, de 30 a 40 bolivianos chegam ao centro da cidade para trabalhar em confecções, segundo entidades envolvidas no combate.
Ao menos dez redes de varejo que já usaram mão de obra de bolivianos, irregulares no país e que trabalham em condições degradantes, de forma indireta (com sistema de terceirização da cadeia produtiva de costura), receberam autos de infração ou estão sendo investigadas.
As redes informam que não têm conhecimento do problema e que as intermediárias são responsáveis pela contratação de oficinas.
A relatora da ONU para Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian, participa hoje de encontro na Assembleia para discutir como combater o trabalho degradante em áreas urbanas.
Fiscais, procuradores e defensores públicos têm feito, há oito anos, fiscalizações para erradicar o trabalho análogo ao escravo no Brasil. Em 2012, já foram feitas 91 operações com o resgate de 1.054 trabalhadores.

FONTE:UOL

Médico receita cadeados para mulher conseguir emagrecer na BA. LAMENTÁVEL!


"Cadialina". Esse foi o "medicamento" indicado por um médico para uma dona de casa de Salvador combater dores no fígado e conseguir emagrecer.
A paciente, Adriana Santos, 33, diz que, ao perguntar sobre onde encontraria o remédio, o médico José Soares Menezes recomendou que ela procurasse um ferreiro e comprasse seis cadeados.
"Um para a sua boca, outro para a geladeira, outro para o armário, outro para o freezer, outro para o congelador e outro para o cofre de casa", relata a mulher, que diz ter 1,53 m de altura e 100 kg.
O caso ocorreu na semana passada em um posto móvel da Fundação José Silveira (conveniada à Secretaria de Saúde da Bahia) no bairro do Uruguai, onde Adriana mora, na periferia de Salvador.
Procurado, o médico limitou-se a responder: "Só usei uma linguagem figurada".
Fabiola Lima/Bocão News
À esq., a dona de casa Adriana Santos, em Salvador; à dir., receita que indica a `cadialina
À esq., a dona de casa Adriana Santos, em Salvador; à dir., receita que indica a `cadialina'
A fundação reconhece que houve a consulta e afirma que iniciará uma investigação.
O Conselho Regional de Medicina da Bahia recebeu ontem a queixa da dona de casa e prometeu abrir uma sindicância para apurar se houve infração ao código de ética da profissão.
Adriana disse ter contado que não poderia fazer uma cirurgia de redução do estômago. O médico, de acordo com ela, afirmou que sua filha chegou a realizar o procedimento, mas, como continuou sem fazer regime, acabou engordando novamente.
"Ele ainda falou que, se eu não quisesse os cadeados, o jeito seria fazer jejum em quatro dias da semana. E, nos outros três, só beberia água."
Em entrevista à TV Itapoan, afiliada da Rede Record no Estado, Menezes negou a segunda situação. O médico pediu desculpas "se foi mal interpretado" por Adriana.
"É uma paciente que tem compulsão por alimento. Infelizmente, ela vive numa comunidade que não tem capacidade de abstrair as coisas", afirmou o médico à TV.
A paciente afirmou que não aceita o pedido de desculpas de Menezes e que já teve consulta com outro médico, que pediu exames.

FONTE: UOL

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Obama teve forte apoio de minorias e mulheres para conquistar reeleição Presidente venceu em sete de nove Estados-chave e com cerca de 700 mil votos a mais que seu rival na votação popular nacional


Para conquistar sua reeleição na terça-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, contou com o voto dos hispânicos, mulheres e moderados nacionalmente e em sete dos nove swing states (Estados-pêndulo, em tradução livre), que eram considerados cruciais pelo fato de as pesquisas de intenção de voto indicarem que não tinham um resultado definido.
Com uma diferença de cerca de 700 mil votos, Obama obteve uma vitória apertada sobre o candidato republicano, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, na votação nacional popular, mas venceu de forma ampla no que interessava: a disputa pelos votos do Colégio Eleitoral. Indireta, a eleição americana não é decidida pelos votos populares, mas por disputas Estado a Estado e seus respectivos delegados no órgão de 538 membros.
Dos nove Estados em jogo, Obama venceu no Colorado, Iowa, Nevada, New Hampshire, Ohio, Virgínia e Wisconsin, enquanto Romney ganhou na Carolina do Norte. O resultado da Flórida ainda está muito indefinido para que seja declarado um vencedor. Com as vitórias, o líder americano obteve ao menos 303 votos no Colégio Eleitoral, enquanto seu rival ficou com 206.
Obama, que em 2008 se tornou o primeiro presidente negro dos EUA, continuou a fazer história na terça-feira ao se tornar o primeiro líder a ser reeleito desde Franklin Roosevelt (1933-1945) com uma taxa de desemprego tão alta quanto a de agora: 7,9% em outubro. Os índices ainda são efeito do fato de o país ter passado, depois de 2008, por sua pior recessão desde a Grande Depressão dos anos 30.
De acordo com pesquisas de boca de urna, Obama recebeu forte apoio do eleitorado feminino, assim como de negros e hispânicos, grupos que também pavimentaram sua vitória há quatro anos. Segundo o New York Times, os latinos representaram um em cada dez eleitores em nível nacional e votaram a favor do presidente em números maiores do que em 2008, fazendo diferença nos cruciais Colorado e Nevada.

O grupo favorável a Romney incluiu eleitores brancos, masculinos, mais velhos, evangélicos, pessoas de alta renda, moradores de áreas do subúrbio ou rurais e aqueles que se declaram partidários do Tea Party, movimento ultraconservador que ecoou dentro do Partido Republicano em 2009 em reação às medidas de Obama contra a crise de 2008, como planos de resgate a bancos e à indústria automobilística.
Com um nome que se refere a um protesto contrário a impostos cobrados pela Inglaterra sobre o chá (tea, em inglês) quando os EUA ainda eram colônia em 1773, o movimento defende menor cobrança fiscal, fim da intervenção federal na economia e não prepoderância do governo federal sobre os Estados.
Seu discurso impulsionou os republicanos mais para posições políticas de direita, alienando eleitores mais moderados, as mulheres e os que pertencem às minorias. Após a derrota de terça, o partido provavelmente será obrigado a reavaliar o discurso anti-imigração em relação aos hispânicos, que, desde 2011, correspondem a mais de 50 milhões de habitantes – ou 16,3% da população americana, segundo dados do Censo.
Celebração
A festa da vitória de Obama ocorreu no centro de convenções McCormick Place de Chicago, onde, ao som constante de músicas e empunhando bandeiras dos EUA, milhares celebraram os anúncios de cada Estado conquistado e esperaram ansiosamente pelo discurso do presidente reeleito. No centro de imprensa, mesmo jornalistas não se fizeram de rogados e mostraram com sorrisos e gestos de vibração que preferiam Obama a seu rival.
Para conquistar sua reeleição na terça-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, contou com o voto dos hispânicos, mulheres e moderados nacionalmente e em sete dos nove swing states (Estados-pêndulo, em tradução livre), que eram considerados cruciais pelo fato de as pesquisas de intenção de voto indicarem que não tinham um resultado definido.
Com uma diferença de cerca de 700 mil votos, Obama obteve uma vitória apertada sobre o candidato republicano, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, na votação nacional popular, mas venceu de forma ampla no que interessava: a disputa pelos votos do Colégio Eleitoral. Indireta, a eleição americana não é decidida pelos votos populares, mas por disputas Estado a Estado e seus respectivos delegados no órgão de 538 membros.
Dos nove Estados em jogo, Obama venceu no Colorado, Iowa, Nevada, New Hampshire, Ohio, Virgínia e Wisconsin, enquanto Romney ganhou na Carolina do Norte. O resultado da Flórida ainda está muito indefinido para que seja declarado um vencedor. Com as vitórias, o líder americano obteve ao menos 303 votos no Colégio Eleitoral, enquanto seu rival ficou com 206.
Obama, que em 2008 se tornou o primeiro presidente negro dos EUA, continuou a fazer história na terça-feira ao se tornar o primeiro líder a ser reeleito desde Franklin Roosevelt (1933-1945) com uma taxa de desemprego tão alta quanto a de agora: 7,9% em outubro. Os índices ainda são efeito do fato de o país ter passado, depois de 2008, por sua pior recessão desde a Grande Depressão dos anos 30.

Comemoração de Obama no Twitter é a mensagem mais compartilhada da história Presidente reeleito nos Estados Unidos publicou foto abraçando a primeira-dama Michelle Obama e bateu recorde na rede social


A mensagem publicada na página do Twitter de Barack Obama comemorando sua reeleição à Presidência dos Estados Unidos na noite de terça-feira (6) bateu um recorde na rede social, se tornando o tweet mais popular de todos os tempos.
A mensagem "mais quatro anos", acompanhada de uma foto do presidente americano abraçando a primeira-dama, Michelle Obama, foi compartilhada mais de 400 mil vezes poucas horas após ter sido publicada. Nesta manhã, o tweet superava 580 mil reproduções.


Outro tweet, enviado de sua página na rede de microblogs mais cedo, ficou um pouco atrás, com quase 200 mil compartilhamentos. Nesta mensagem, ele agradeceu seus partidários, escrevendo: "Isso aconteceu por causa de vocês. Obrigado".
Uma terceira mensagem, assinada pelo próprio Barack Obama - que escreve "bo" quando é ele mesmo quem faz o tweet - foi replicada por 148.330 usuários da rede social. "Estamos nessa juntos. É assim que fazemos campanha e assim que somos. Obrigado."
O dia da eleição também foi o evento político que gerou mais mensagens no Twitter na história dos EUA, com 20 milhões de mensagens.
A vitória de Obama sobre o republicano Mitt Romney movimentou o Twitter e o Facebook também entre celebridades e políticos. A cantora Lady Gaga , que foi sempre apoiou o atual presidente, principalmente por sua posição favorável ao casamento gay, publicou em seu Twitter: "Acabei de sair do palco em Columbia. Parabéns senhor presidente Barack Obama. Nós estamos tão orgulhosos de ser americanos esta noite! Yes! Yes! Yes!"
O empresário Donald Trump , que esteve ao lado do candidato republicano durante toda a campanha, anunciou sua decepção e revolta com a derrota de Romney também pelo Twitter. "Nós não podemos deixar isso acontecer. Devemos marchar a Washington e acabar com essa farsa. Nossa nação está totalmente dividida!"
A cantora Beyoncé foi responsável por uma das mensagens mais compartilhadas na rede de microblogs. Ela publicou uma foto segurando uma placa com a frase: "Toma essa, Mitches", em referência ao candidato republicano. Rihanna comemorou não só a eleição de Obama, mas também alegalização da maconha para uso recreativo no Estado de Colorado .
Apesar de canadense, o cantor Justin Bieber afirmou em sua página do Twitter que a reeleição de Obama provocava uma "porção de emoções".
Quem também parabenizou o presidente americano pelo Twitter foi o premiê britânico David Cameron: "Parabém ao meu amigo Barack Obama. Espero que continuemos trabalhando juntos", escreveu.
Desde sua primeira eleição, em 2008, Obama foi um entusiasta das redes sociais e um dos primeiros a usá-la efetivamente em uma campanha presidencial. Pouco depois da projeção de sua vitória feita pela CNN, partidários do presidente receberam um email de agradecimento. "Isso aconteceu por causa de vocês", dizia a mensagem assinada por Obama.
Com informações do The Guardian e da rede BBC

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MUSICA: Cee Lo Green, música de altíssima qualidade

Cee Lo Green

Thomas DeCarlo Callaway (nascido em 30 maio de 1974),  mais conhecido pelo seu nome artístico de Cee Lo Green , é um americano cantor e compositor , rapper , produtor musical e ator . Originalmente, ele ganhou destaque como membro do hip hop sul grupo Goodie Mob , mais tarde lançar uma carreira solo aclamado pela crítica e formando Gnarls Barkley com Danger Mouse .
Internacionalmente, Cee Lo é mais conhecido por seu trabalho de alma: o seu sucesso mais popular foi Gnarls Barkley, de 2006, em todo o mundo " louco ", que alcançou o número um em várias paradas de singles em todo o mundo, incluindo o Reino Unido.Nos Estados Unidos, "Crazy" alcançou o número dois na Billboard Hot 100 . Pai álbum St. Em outra parte também foi um sucesso, atingindo o número um na UK Albums Chart e número quatro nos EUA Billboard 200 paradas de álbuns. O segundo álbum do Gnarls Barkley, The Odd Couple (2008), foi menos bem sucedida e perdeu os dez primeiros, tanto no Reino Unido e EUA, onde alcançou o número 12 na os EUA e 18 no Reino Unido.
Em 2010, Cee Lo fez uma pausa na gravação com Gnarls Barkley e lançou o single "Fuck You!" em 19 de agosto como um artista solo. A canção foi um sucesso instantâneo, com a versão de rádio-edit "Forget You" alcançando o primeiro lugar no Reino Unido e os Países Baixos e alcançou o número dois na Billboard EUA Hot 100. O álbum pai, The Lady Killer (2010) viu o mesmo sucesso, com pico dentro do top cinco da parada de álbuns do Reino Unido e estreando no top 10 na Billboard 200 paradas de álbuns, e recebeu uma certificação de Ouro da BPI no Reino Unido logo após sua liberação. Seu segundo single "É OK" foi um sucesso na Europa e no terceiro single, " Bright Lights Bigger Cidade "também tem visto o sucesso de gráficos semelhantes. 

Início da vida

Cee Lo Green nasceu Thomas DeCarlo Callaway em Maio 30,1974, em Atlanta, Geórgia. Ele se formou no colegial de Riverside Military Academy, um colégio interno para meninos em Gainesville, Geórgia. Ambos os pais foram ordenados ministros e ele começou a sua carreira musical em sua igreja . Seu pai morreu em 1976, quando ele tinha dois anos de idade. Sua mãe, Sheila J. Tyler-Callaway, também foi um bombeiro voluntário.  Ela se envolveu em um acidente de carro, em 1990, deixando-a paralisada, e morreu dois anos depois do acidente. Na época, a carreira de Cee Lo com Goodie Mob tinha apenas começado a descolar. Morte de sua mãe, em 1992, levou Cee Lo em depressão, como se reflete em várias canções ao longo de sua carreira, incluindo "Free" Goodie Mob por, músicas em St. Em outros lugares , e em The Odd Couple ("She Knows", "um pouco melhor").  Cee Lo também expressa seu amor por sua mãe na música "Guess Who" Goodie Mob de Soul Food álbum. 
CARREIRA MUSICAL

Goodie Mob

Junto com Big Gipp , T-Mo , e Khujo , Cee Lo era um membro original do Atlanta hip hop grupo Goodie Mob. Ele é o mais novo dos quatro. O Goodie Mob eram uma parte do rap Atlanta coletiva da Família Calabouço , que também incluiu OutKast . Goodie Mob apareceu em duas faixas do OutKast do álbum de 1994 de estréiaSouthernplayalisticadillacmuzik , com Cee Lo fornecendo vocais, tanto para o Call of da selvagem e Git Up, Git Fora .
O grupo lançou seu álbum de estréia, Soul Food em 1995. O álbum recebeu elogios da crítica como um registro pioneiro para o então emergente rap Sul cena. Ele apresentava um som soulful distintivo sul pela equipe de produção Organizado Noize , que também havia produzido OutKast de estréia Southernplayalisticadillacmuzik . Cee Lo tem considerável para o seu louvor e cantando rap de ganchos, em especial sobre o sucesso "Terapia Celular" singles e "Soul Food". A banda publicou recentemente um "lutar para vencer" único e executou em The Voice .
O segundo álbum do grupo, ainda está de pé saiu em 1998 e também recebeu muito elogios da crítica. Seu desempenho comercial foi ligeiramente inferior ao esforço anterior do grupo, no entanto. Neste momento, Cee Lo focado principalmente na rap mais cantar. Enquanto ele fazia freqüentemente cantar ganchos e fiz alguns cantando, neste ponto ele era um rapper em primeiro lugar. Cee Lo teve mais controle criativo sobre o próximo álbum do grupo, World Party . Lançado em 1999, este álbum foi mais de um registro de partido do que a produção anterior do grupo, fugindo um pouco de seu lirismo socialmente consciente.
Durante a produção do álbum World Party , Cee Lo deixou o grupo para seguir carreira solo sob Arista e os membros restantes continuaram a tocar juntos sob o nome Goodie Mob com Koch Records . Que no entanto colaborar em combinações na Família Calabouço álbum , mesmo na escuridão . Embora o álbum Mob próxima Goodie parecia zombar Cee Lo com seu título, um macaco Não Pare No Show , o grupo expressou que era mais um soco em Arista e da indústria da música como um todo.
A canção "Hold On", de Big Boi dos OutKast 's Got Purp? Vol. 2 álbum foi a música Mob primeiro recém-gravado Goodie com todos os quatro membros desde o World Party . (Khujo revelada mais tarde para os fãs em uma assinatura álbum para seu novo álbum "Mercury", que a canção "Hold On" foi originalmente gravada em 1995, antes de Soul Food foi lançado.)

FONTE: BLOG ABAIXORACISMO